segunda-feira, fevereiro 12, 2007

A QUINTESSÊNCIA DO EMBUSTE

Penso que poucos portugueses conhecerão a origem do termo liberal. A palavra liberal começou a empregar-se em Espanha, nas Cortes de Cadiz, durante as Invasões Napoleónicas. A maioria dos representantes, pró-constitucional, defensora entre outras coisas da liberdade de imprensa, foi chamada liberal enquanto que os seus opositores, que recusaram apoiar o que sentiam ser uma reforma profunda do Antigo Regime, inspirada pelos franceses contra quem então lutavam, foram designados por serviles. E os serviles, ao longo dos tempos, foram caricaturados pelos progressistas como um bando de acéfalos burgessos, acorrentados voluntariamente aos varais da carruagem do Rei, arrastando-a pelas estradas enlameadas. Ontem senti que uma grande parte do povo do meu país se tornara servil. Escravos da ideologia, do estilo de vida e da diluição da consciência, agarraram nas cadeias da servidão e vá de puxar a carruagem, não a do Rei, mas a dos espectros do Cunhal, do egoísmo burguês, do anti-clericalismo serôdio, do nihilismo suicida. Torpemente amparados por uma desavergonhada, medíocre e imoral Comunicação Social que censura os que verticalmente recusam a canga de toda a panóplia de avatares daquilo a que o governo chama progresso e modernidade (que tanto rima com Saúde e Fraternidade!). Em vez da lama, um pavimento de ossos dos pequeninos seres humanos sacrificados em holocausto aos deuses do hedonismo, do materialismo e da concupiscência. Na minha alma, sinto que

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E
Pergunto ao vento que passa
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.

E a noite cresce por dentro
dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
e o vento nada me diz.

Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.

Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz Não.


Mas se

O navio está na praia, naufragado
esquecido das ondas, do bulício dos portos.
Algas e conchas cobrem-lhe o costado,
as flores dos navios mortos

Senhores de austera compostura
dizem ao vê-lo apodrecer:
A negação do Longe, da Aventura,
de todo o impossível Querer

Mas eles não sabem que à noite o rapazio
junto ao costado poluído vem sonhar
as linhas ideais de outro navio,
em busca de outras praias, em busca de outro mar


Sonhemos com o toque a rebate dos sinos das aldeias que num dia de fero nevoeiro nos juntem a todos em frente das Novas Muralhas de Barad-dûr para a conquista definitiva de Mordor...

Obrigado, Paulo N., Gonçalo M., Rui C.O, Nuno T.V., Roque C.F., Pedro V., Sofia G., Gena R., Amêndoa A., Isilda P., a Joana F., António Maria P.T., Pedro e Ana L.M., João C.N., Alexandra T., Isabel A. C., Luís B.C., Tó Zé S.. Obrigado Francisco G.M., Fernando M., João Paulo M., Margarida N., Isabel G. N., Kátia G., Pedro L., Fernando S., João A., Isabel C.P.. Obrigado Catas, Manel, Joana, Matilde, Jorge, Rodrigo, Maria, Mariana, Vasco, clan S., que a vossa juvenil generosidade medre em novos ramos do futuro. Obrigado Manuel A., Pedro G., Paulo C. P., Vítor R. pela vossa brilhante verve blogosférica. Obrigado às criminosas (segundo a progenitora do ministro A. Costa), Sandra A., Cócegas, Madalena M., Cláudia M., Fernanda L., Maria F. por serenamente nos gritarem todos os dias Viva a Vida! E obrigado Duarte C. e Nuno S. P. pela calorosa orientação espiritual. Obrigado ainda a tantos e tantos portugueses a quem a minha pobre memória comovida me fez esquecer neste elenco. Não é falta de consideração, apenas cansaço e, porventura, desconhecimento. O meu humilde perdão misturado com a mais sincera gratidão e nunca esqueçam que a Razão mesmo vencida não deixa de ser Razão.

sábado, fevereiro 10, 2007

AINDA A TEMPO



ESTES COITADINHOS SENTIRAM-SE DISCRIMINADOS E, VAI DAÍ,PEDIRAM-ME PARA NÃO ME ESQUECER DELES. O LOUÇÃ EXIGIU BIS!

O FUNGAGÁ DA BICHARADA



E são estes bicharocos que nos vêm chamar retrógrados e que dizem querer pôr Portugal a par dos países mais desenvolvidos da Europa (provavelmente da Transcaucásia do tão amado Dugatchvili)

sexta-feira, fevereiro 09, 2007

O CAIR DAS MÁSCARAS

A hipocrisia do SIM

Se os partidários do SIM estão tão convicto da pureza das suas posições porque usam a expressão eufemística interrupção voluntária da gravidez em vez de aborto? Como diz um amigo meu porque não chamar à pena – por forca ou garrote – interrupção da respiração? Tal hipocrisia na designação é aliás sinal de medo e necessidade de esconder a verdadeira natureza do acto.

E que pensar dos jornalistas, pretensamente isentos, que, servindo-se do seu privilegiado púlpito, colaboram consciente e militantemente na censura, desinformação e boicote de quem defende as posições pró-Vida?
Qual o adjectivo a usar para com aqueles que, sabendo muito bem que com as actuais drogas e fármacos os abortos de perna aberta começam a ser coisa do passado, nos continuam a agredir psicologicamente com o mito (e o imaginário) do número crescente de abortos clandestinos, escondendo, isso sim, que o aborto (legal e clandestino) tem sistematicamente aumentado nos países que aprovaram leis semelhantes à que está em discussão?

A coisa humana

Será que a vida de uma baleia, de um touro ou de uma cegonha é mais importante que um ser humano?

Para esta campanha, os dos SIM enfiaram no armário todas as abencerragens da APF e do feminismo mais radical (do tipo quem manda na minha barriga sou eu!). Os mais esclarecidos já perceberam que perderam a guerra no que diz respeito à questão científica. Agora, até são todos contra o aborto e, pasme-se, são eles, mais do que os do Não, que trazem em seu auxílio alguns marginais ditos católicos, logo promovidos a eminentes teólogos (no mínimo). Mudando de táctica, viraram os focos para a comoção e sofrimento da mulher e para as definições jurídicas (culturais, não científicas) sobre o que é ou não uma pessoa, manifestando farisaicas preocupações humanísticas e sociais. No fundo, que se trata apenas de um apêndice do corpo da mãe que sobre ele dispõe de todos os direitos enquanto for seu hospedeiro como se de um tumor se tratasse. A gravidez é para eles um empecilho nas conquistas da mulher para a Igualdade face ao homem.

Os pobres não têm direito a ter filhos

Aos que pugnam pela Vida, a opinião publicada que nos tentam impingir como opinião pública acusa-os de dogmáticos e insensíveis perante os dramas e aflições das mães grávidas. Para eles que na prática só se preocupam com o que chamam o bem-estar e os direitos sexuais da mulher, a solução mais lógica e mais fácil é o aborto. Claro, até às dez semanas e em estabelecimento legalmente reconhecido ou algo assim. Mas quem e como conta as 10 semanas? Os técnicos de aconselhamento? A ser aprovado o projecto de lei em discussão essa figura é dispensada uma vez que a mulher não tem que dar satisfações a ninguém e, se cínicamente o considerarem na regulamentação da lei, estamos mesmo a ver os psicólogos (ou melhor as recepcionistas) das clínicas abortadeiras a dissuadirem alguém de fazer o que é o seu ganha-pão. Com efeito, em Espanha 93% dos abortos pseudo-legais são feitos em clínicas privadas onde ninguém controla a idade do feto! As 10 semanas são, como toda a gente sabe, para inglês ver.
Ora, essas clínicas custam muito dinheiro ao SNS que, como é sabido, nada em dinheiro. Que o digam os dependentes da hemodiálise e os aposentados que, com pensões de miséria, ainda se viram sobrecarregados com a diminuição da comparticipação do Estado nos medicamentos. Mas como esses seres burgueses que nos controlam acham que os filhos só podem nascer se os progenitores (já não se pode falar em família) tiverem condições económicas para os criar, então, pelo descalabro que leva a nossa economia, com o crecente aumento do desemprego e do péssimo desempenho financeiro, os pobres jamais poderão ter filhos...

quarta-feira, janeiro 31, 2007

Força Algarve!!!

domingo, janeiro 28, 2007

margarida dixit

Fui informado por margarida do seguinte:
"Deve ter escapado ao engenheiro que na semana passada Anselmo Borges (padre católico, professor da Faculdade de Coimbra, teólogo e filósofo) escreveu: “A gestação é um processo contínuo até ao nascimento. Há no entanto, alguns “marcos” que não devem ser ignorados. É precisamente o seu conhecimento que leva à distinção entre vida, vida humana e pessoa humana. O blastocito, por exemplo, é humano, vida e vida humana, mas não um indivíduo humano e, muito menos, uma pessoa humana” (DN, 21/’1/07).
O Anselmo Borges já todos sabem quem é. Maçon e padre católico. Fossem as coisas diferentes na Igreja Portuguesa e há muito que o citado sacerdote teria ido desafiar os ensinamentos de João Paulo II para um sítio que eu cá sei.

"E também o bispo de Beja, António Vitalino Dantas disse que o embrião fecundado “não é pessoa humana, porque não tem consciência dos seus actos. Não tem alma” (Público, 20/01/07). Isto é nem entre os católicos há total entendimento no conceito de vida humana… mas parece que o engenheiro mesmo assim quer impor o seu conceito a todos…"
A ser verdadeira a citação, então o shô Bispo não é pessoa humana porque evidentemente não tem consciência dos seus actos...

Coincidência ou a habitual canalhice?

sábado, janeiro 27, 2007

NÃO TE PRIVES. VOTA!

CNE obrigada a recuar

Após o recurso interposto para o Tribunal Constitucional, contestando a decisão da sua exclusão pela CNE, os grupos cívicos Diz que Não e Diz não à discriminação, viram a sua pretensão deferida positivamente. Teremos assim 14 movimentos pelo Não contra 5 pelo Sim. Mas não se iludam. Com a parcialidade da CS os 5 vão ter o peso de 15.

A hipocrisia das vacas

Com que moral e direito vem o BE lançar cobardemente labéus terroristas sobre pessoas que acusam de ter particpado em partidos políticos ditos de extrema direita ?
Quem me conhece sabe que sou insuspeito de guardar qualquer amor pelo PNR. Discordo do pensamento, dos métodos e da agenda política. Sem complexos nem distanciamentos de conveniência; acontece apenas que é assim. Mas não posso ignorar tratar-se de um partido legalizado no sistema político português e, como tal, deve ser o próprio sistema a não tolerar a ignomínia da diabolização tentada pelo BE.
Em compensação que faz esse mesmo sistema perante a permamente promoção de ditadores e assassinos como Fidel e Che Guevara por parte dos bloquistas, hipócrito eufemismo para esconder o rebotalho do trotskismo da Liga Comunista Internacionalista e da matraqueira UDP, principal fonte de recrutamento das FP-25 de Abril. Que dizer da complacência desse mesmo sistema perante os links a organizações terroristas como a ELN colombiana que os Blogs do BE, e muito especialmente os gerido pelo Anacleto e pelo deputado europeu Portas fazem, quer directamente quer através do portal La Rebelión?
Mas é claro, esqueço-me sempre que estamos em Portugal...

Voto Não

sexta-feira, janeiro 26, 2007

O Olho Vivo da De puta da Helena Pinto

Treinada na escola da mais profunda bufice comunista, a Deputada do BE resolveu denunciar as perigosas ligações de um Blog do Não a links cibernautas nipo-nazi-fascistas, utilizando para isso uma carta a Sarsfield Cabral e a Assembleia da República. Como seria de esperar, a Lusa veiculou num ápice o facto que de boca se transformou em informação comprometedora para a causa do Não. Aliás, conhecida que é a gloriosa luta dos nazis contra o aborto e a eugenia faz todo o sentido...
Noutra qualquer situação a afirmação cobarde da Deputada mereceria a minha irritação e indignação já que ela tira proveito de uma tribuna privilegiada a que os visados não têm acesso para exercerem o direito de resposta. Caluniam, bufam e vilipendiam com os seus agentes, numa comunicação social comprometida com o esquerdismo serôdio e arrogante, a fazerem coro e baterem palmas.
No entanto, sabendo o que sei, já percebi que a vanguarda do Sim que é o BE tresanda a medo e ao borrar-se o Olho fica Vivo. E em vez de indignado rio-me que nem um perdido...

PS- A referida Deputada é uma das fundadoras da Organização Olho Vivo, cuja função declarada levaria à sua interdição imediata num país verdadeiramente democrático. Pretende ser um serviço de informções,paralelo aos oficiais vigiando e perseguindo indivíduos e organizações cujos comportamentos ou pensamento não se enquadrem nos seus parâmetros políticos. Vejam o CV da Deputada Helena Pinto na pág. da AR e perceberão.

quarta-feira, janeiro 17, 2007

A Índia do nosso descontentamento

Que os nossos jornalistas eram, de uma maneira geral, medíocres já todos sabíamos. Mas daí a nem sequer tentarem disfarçar as suas insuficiências, preparando-se para acompanhar uma viagem presidencial a um universo que lhes é estranho é, no mínimo, imprudente e arrogante. E a pior das arrogâncias é a que resulta da ignorância. Provavelmente convenceram-se de que bastava uma vista de olhos cruzada sobre os programas do Miguel Portas, ou folhear as páginas do album socialite da Mª João Avillez ou até, rever as notas dos colegas que haviam acompanhado Soares na visita de cortesia (paga por todos nós, isto é, por aqueles que alombam com os impostos) que fez aos seus camaradas socialistas, ditos freedom fighters.
Baías da Mormugão, chegada de Vasco da Gama, etc., asneiras em barda, para variar...
Ignorando completamente a complexa, cativante, contrastante e multifacetada realidade que é a Índia, os bons dos sujeitos vá de dar relevo às manifestações anti-portuguesas por parte daqueles que tinham participado na libertação de Goa (sic). Bem, de manifestação mostraram-nos uma; constituída por indivíduos que na melhor das hipóteses teriam estado na barriga das mamãs dos invasores de Goa. E em número tão significativo que couberam todos numa ramona...
Tivessem os agentes profissionais da CS estudado a Índia e talvez tivessem ouvido falar no BJP, partido afastado do Governo Central pelas eleições de 2004 que nos seus acessos de indianite aguda incendeia mesquitas, igrejas e até pessoas... A provocação, o racismo e a mitificação histórica são os seus instrumentos habituais. Tudo o que sirva para embaraçar o actual Governo da Índia, ou os estaduais que lhe não são afectos, tudo faz. E assim aconteceu... Se fose por cá, hui! até o tribunal de Nuremberga ressuscitavam!
E não posso deixar passar em claro aquela do professor Cavaco não ter tido tempo de olhar o retrato de Salazar na Exposição do Museu, em Velha Goa. Pelo percurso que vi na TV, bastava-lhe um ligeiro olhar sobre o centro-esquerda par se confrontar, pelo menos de soslaio com o quadro de um dos Grandes Portugueses. É claro que depois teria que meter por um corredor menos central onde lhe seria difícil não olhar para Américo Thomaz, Craveiro Lopes, Carmona ou a foto de Vassalo e Silva. Desaproveitou uma lição de democracia que os indianos lhe deram de borla; confesso que não me surpreendeu(estou convencido que o hábil Soares não a perderia).

Enfim, se calhar estão todos uns para os outros e merecem-se mutuamente...

Como perorava ontem a outra triste pintada, sobre o Pessoa(plagiando já não sei quem), deve ser a fase lunar da nossa História para dicotomicamente contrapor à gloriosa fase solar.
Quando Pessoa afirmava o anarquismo e o socialismo,a democracia, todo esse lixo de teorias simpáticas que se esquecem que teorizam para a humanidade de carne-e-osso, foram divinizações da mentira. E foram essa cousa a que Carlyle chama a pior espécie da mentira — a mentira que se julga verdade. , estaria em que conjuntura?
Bom, na volta os sabichões (perguntem àquele do Porto, como é que se chama? qualquer coisa Vaz...)ainda dizem que se calhar devia estar na fase da ressaca do carrascão.

segunda-feira, janeiro 15, 2007

A coragem de dizer Não!

Num mundo em que a hipocrisia,a mentira descarada e a demagogia mais barata fazem norma, saibamos erguer bem alto a flâmula da Coragem, da Honra e da Solidariedade.
Não ao Aborto, não à Eutanásia, não ao Ter; Sim à Vida, Sim à Dignidade, Sim ao Ser!


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O Segredo do Grande Painel...

Forçado a um prolongado ramadão bloguístico, só o meu amigo Salvador (cruzes canhoto!) é que me faria sair da toca. Acontece que retido em casa por uma persistente gripe, dispuz de algum tempo para ir até aos suspeitos do costume, usando como entrada o Último Reduto. E post puxa post lá fui parar ao abalizado comentário do Eurico sobre o Apocalypto. Incapaz de se conter o Diabo do Salvador, assíduo paineleiro do Jantar das Quartas (onde há muito não ponho os pés mas de que guardo saudades) vai de borrar a pintura erudita ao confundir os Maias do Gibson com os Aztecas. Meu bom Pedro, as 27 línguas nahuatl fazem parte da grande família linguística Uto-azteca (60 l.) onde se incluiem o shoshoni, o paiute, o hopi, o yaqui e o pápago do México e dos E.U.A.
O Maya (68 línguas) é outra família que se distribui pelo México, pela Guatemala e por Belize. Ao contrário do Nahuatl (substituído pelo castelhano ou Inglês como primeira língua de comunicação), o Maya, sobretudo nos Estados de Campeche e Quintana Roo, está ainda bem vivo e sobretudo o Yucatecano-Lacandon é vulgarmente a língua mãe. Há ainda largas dezenas de milhares de maias que, contrariando a lenda negra do extermínio dos colonizadores, não sabem falar castelhano.

Quanto à ausência do Grego (trazido sobretudo pelas tropas helenísticas de Alexandre)na Paixão do Cristo,duas razões devem ter influído nessa aparente lacuna. Primeiro o facto de a língua franca da Galileia (e de todo a região que engloba hoje o Iraque, a Síria central, o antigo reino de Israel e a Jordânia) ser o Aramaico ou siríaco e a língua litúrgica judia o Hebraico. O Grego estava remetido para a Administração e as comunidades da costa. Era sem dúvida igualmente uma língua franca na costa e nas principais cidades (e foi por isso a principal língua de difusão do Cristianismo).
Segundo, o aramaico, tal como o maia, ainda se fala; o grego de então não era nem o grego clássico nem tampouco o katharevousa erudito que uma minoria de letrados consegue alinhavar e, muito menos o demotiki, a versão neo-helénica popular e oficial.

Quanto ao canibalismo maia penso que ele não era de regime alimentar como algumas crónicas pretendem, inclusivamente a descrição dos últimos anos de Moctezuma, mas de raíz espiritual: o assumir da força do imolado ou o transporte para visitar o mundo do além.

domingo, novembro 19, 2006

Para a Plataforma da Vida II...

Why call it choice?


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Sherry Jones escreveu um poema e partilhou-o com os seus amigos ea família. O poema era uma expressão das suas angústias depois de descobrir que estava grávida. Um dia deu-o a ler a David Bendrixi que o musicou.

Pink or Blue?

My child, I'm only seventeen,
I don't know what to do.
I hope that you will understand
Why I can't keep you.
You see I'm not married,
And you were a mistake.
You were conceived in the
back of a car
While on a blind date.
Your father's not much older,
And we are both in school.
I don't feel that I should pay
Because we both were fools.
My child, I don't have a job,
And neither does your dad;
But just thinking about abortion
Really makes me sad.
They say you're not really a child,
That you are just a mass,
That I should abort you,
And all these feelings will pass.
My child tell me are you real?
Child tell me what to do.
If I decide to keep you,
Would you wear pink or blue?
Would I get to hold you,
Would I see your smiling face?
Child, what would you do
If you were in my place?
Mom, I'm not in your place,
I can't tell you what to do.
But you've asked me some questions,
So I will answer you:
Yes Mom I'm really real
Though I did not ask to be,
Now it seems the question is,
What will do with me?
I pray I'll get to know you,
And you'll hold me in your arms;
You'll tuck me into bed at night
And protect me from harm.
We'll play ring around the roses
And hide and seek too.
Mom, don't you understand,
I'm just as real as you.
I'm all soft and cuddly,
And I have rosy cheeks.
But I can't tell you what to do,
It's God's wisdom you must seek.
You see Mom I'm not a mass,
No matter what they think.
And just in case you're wondering,
I'd be wearing pink.



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Uma canção escrita por Marie Morrison que, com Russell Thompson, a canta com emoção. A canção introduz-nos à esperançosa criança por nascer. "Deliver Me", o ultimo pedido, ajuda a dar voz aos bebés por nascer.

DELIVER ME
I can’t talk, I can’t cry, will you please speak for me?
I want a chance to live my life. Will you deliver me?
It’s my life it’s not yours. Don’t believe the lies.
Who can judge what my life will be?
I just want a chance to see…
Will I be rich, will I be famous, or just a simple man?
Will I comfort those in need? To know this I will plead…

Refrão:
Keep me safe, keep me warm Protect me from the storm
Let me live, I want to live I beg you to choose life

Reject the truth, believe the lies and give away my peace.
I tell myself I’m doing right, why is it I can’t sleep?
But life is bigger than, this dark place that I am.
Could it be God has a master plan?
Can He work this all for good?
Help me have faith to know God’s coming to deliver me.
To trust that He is near, the future not to fear. And I know that
God planned my life before time
Worth all the riches of the world
One precious life.
With my destiny before me,
My life is crying out
Will you fight for me?
My life is crying out
My life is crying out

Refrão

As I cry for help
God will rescue me…
And my life will be Keep me
Precious in His sight…
Safe, keep me warm Protect me from the storm
Will you hear my cry…
Let me live, I want to live, I beg you to choose life. Keep me
Will you rescue me…
Safe, keep me warm Protect me from the storm
Let me live, I want to live, I beg you to choose life
Help me… Deliver me…


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quinta-feira, outubro 26, 2006

Budapest2

Ver
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quarta-feira, outubro 25, 2006

Quando a memória toca...

Recordemos este diálogo travado entre a Senadora Dianne Feinstein, assumida prócer abortista e o então nomeado Presidente do Supremo Tribunal dos EUA, em audição de ratificação, John Roberts Jr.

Dela se pode ver o que efectivamente está por detrás da hipocrisia da esquerda na luta abortista: a hiperbolização da questão da Igualdade, neste caso entre os sexos. Pelo vistos, não foram suficientes os rios de sangue que a utopia comunista, sucedânea da falácia igualitária, fez (e ainda faz) correr.

FEINSTEIN: In response to the chairman's question this morning about the right to privacy, you answered that you believed that there is an implied right to privacy in the Constitution.
Do you then believe that this implied right of privacy applies to the beginning of life and the end of life?

ROBERTS: Well, Senator, first of all, I don't necessarily regard it as an implied right. It is the part of the liberty that is protected under the due process clause. That liberty is enumerated...

FEINSTEIN: And in Casey, again, the court stated, and I quote, "The ability of women to participate equally in the economic and social life of the nation has been facilitated by their ability to control their reproductive lives and that this ability to control their reproductive lives was enough of a reliance to sustain Roe."

ROBERTS: That's what the court concluded -- I think you're reading from the plurality opinion -- the joint opinion in the case.

FEINSTEIN: Thank you.
One other reading from Justice Ginsburg's testimony: "Abortion prohibition by the state, however, controls women and denies them full autonomy and full equality with men. That was the idea I tried to express in the lecture to which you referred; that two strands, equality and autonomy, both figure in the full portrayal."

Vejamos alguns dados sobre a megera Feinstein:

Gender: Female
Family: Husband: Richard Blum
1 Child
3 Stepchildren.
Birth date: 06/22/1933
Birthplace: San Francisco, CA
Home City: San Francisco, CA
Religion: Jewish

Education:

BA, History, Stanford University, 1955.

Professional Experience:

Political Experience:
Senator, United States Senate, 1993-present
Democratic Nominee for Governor, 1990
Mayor, City of San Francisco, 1978-1988
Member/President, San Francisco Board of Supervisors, 1970-1978
Appointee, Women's Parole Board, 1960.

Organizations:
Inter-American Dialogue, 1988-present
Bilderberg Foreign Policy Conference, 1991
Director, Bank of California, 1988-1989
Japan Society of Northern California, 1988-1989
San Francisco Education Fund, 1988-1989
Trilateral Commission, 1988
Vice Chair, C-Change: Collaborating to Conquer Cancer.

Alguma surpresa ?

terça-feira, outubro 24, 2006

Não há machado que corte a raiz ao pensamento...

Um contributo da JukeBox para a Plataforma Vida

Karl Kohlhase


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Hey, Little Boy, what would you like to be someday?
Maybe an astronaut who zooms around in space?
No, I will be the one who finds a cure for cancer.
I will not rest until I've finally found the answer.
All I need is just a chance to live.

Hey, Little Girl, where in the world are you going?
It's hard to tell with one so small, no way of knowing.
I'm headed on an airplane for the Middle East.
I'll be the one to forge a treaty bringing peace.
All I need is just some time to grow.
Just give me a chance.

Hey, Mr. Politician, can you hear their voices?
Your deafness feigned to gain the vote of those with choices.
When I am home alone and shut off all the noise,
I hear the pleading of those little girls and boys.
All I need is just a chance to live.
All I need is just some time to grow.
Just give me a chance.

Abortion - Pro Life Songs by Karl Kohlhase


Debbie McCurry

Precious thing


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I can't wait to see your face


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domingo, outubro 15, 2006

Tirem-me deste filme!

Não me arrajam um emprego na Patagónia ? Quero ir-me embora deste lodaçal em que se transformou Portugal.
Acabei de assistir, por pressão familiar, a uma peripatética passarelle da fina flor do entulho a promover uma votação para escolher o Mário Soares (ups!), perdão, uma qualquer personagem como O Grande Português. Não vá o diabo tecê-las, para aliviar a desconfiança na manipulação dos resultados, vá de inventar um areópago para escolher o melhor de entre os 10 mais votados. Uma sincrética colecção da jacobinagem reinante com aflorações dos lobbies gay tudo botou faladura e ferradura.
Poster imagético da função, a Elisa de Beirut, pois claro!, culturalmente conhecida pela sua cogitação sobre qual a razão para a realização dos festivais wagnerianos na capital do Líbano(para além das precoces incursões cinéfilas no Meco).
Já não há pachorra, quero ir-me embora...