terça-feira, fevereiro 26, 2008
quarta-feira, fevereiro 20, 2008
Un peu tardif mon vieux, mais qu'à cela ne tienne
Meu velho:
Tanto e tampouco fluiu o Tejo pela ponte-teclado da tua poesia-sonata.
Que cigarros fuma o Nobre? E o Sebastião? E o Ary? Já perguntaste ao Pessoa se aquele poema de que me deste uma cópia (e que o Senhor teu pai te havia deixado)sempre é dele? Aposto que já cortaste relações como o traste do Adolfo. Assim como assim, agora aí já pouco importa!
Procurava, sem pressas, um memento da tua passagem pela nossa vivência e lembrei-me da carta que dirigiste ao Degrelle. En français, pois então, que o teu pudor te impedia de arrotar o portunhol tão do agrado da maralha..
Mon général
Je tiens à vous dire qu'il fait beau de vous connaître en propre personne. En faisant votre connaissance, j'accomplis le tout premier rêve de ma vie. C'est à dire que j'atteins maintenat le sommet le plus haut de mon existence. Vou voir, vous regarder, vous entendre, le fait de vous pouvoir surtout serrer les mains - vos mains d'artiste et d'écrivain, tout aussi vaillantes, d'aillers et tout aussi heroïques que celles du combattant-, tout ça tient pour moi du mythe même, et ce qui plus est: du mythe vécu.
(Obliterado pela censura dos coronéis residentes no sótão da minha alembradura.)
Eh bien. Je suis né le 18 Février 1944. Cela revient à dire que je suis donc entré dans la vie, juste à l'heure, juste au momente où on vaudrait mieux d'en sortir. Déjà il commençait à être trop tard, sans doute, pour arriver dans ce monde...
En español,le quiero agradecer enfin el sencillo hecho de haber nacido, mi General.
Rodrigo Emílio
Anda, Pessoa:
anda-te deitar ...
Tanto e tampouco fluiu o Tejo pela ponte-teclado da tua poesia-sonata.
Que cigarros fuma o Nobre? E o Sebastião? E o Ary? Já perguntaste ao Pessoa se aquele poema de que me deste uma cópia (e que o Senhor teu pai te havia deixado)sempre é dele? Aposto que já cortaste relações como o traste do Adolfo. Assim como assim, agora aí já pouco importa!
Procurava, sem pressas, um memento da tua passagem pela nossa vivência e lembrei-me da carta que dirigiste ao Degrelle. En français, pois então, que o teu pudor te impedia de arrotar o portunhol tão do agrado da maralha..
Mon général
Je tiens à vous dire qu'il fait beau de vous connaître en propre personne. En faisant votre connaissance, j'accomplis le tout premier rêve de ma vie. C'est à dire que j'atteins maintenat le sommet le plus haut de mon existence. Vou voir, vous regarder, vous entendre, le fait de vous pouvoir surtout serrer les mains - vos mains d'artiste et d'écrivain, tout aussi vaillantes, d'aillers et tout aussi heroïques que celles du combattant-, tout ça tient pour moi du mythe même, et ce qui plus est: du mythe vécu.
(Obliterado pela censura dos coronéis residentes no sótão da minha alembradura.)
Eh bien. Je suis né le 18 Février 1944. Cela revient à dire que je suis donc entré dans la vie, juste à l'heure, juste au momente où on vaudrait mieux d'en sortir. Déjà il commençait à être trop tard, sans doute, pour arriver dans ce monde...
En español,le quiero agradecer enfin el sencillo hecho de haber nacido, mi General.
Rodrigo Emílio
Anda, Pessoa:
anda-te deitar ...
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
Para o ZMD e os Samurais de Cristo
Espero que o Código do Bushido seja apenas uma referência intelecto-finória. Um cristão está impedido de cometer seppuku...
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Com versos de Diogo Pacheco do Amorim (conheces os filhos, certamente) e música do Zé Campos e Sousa.
Mas acima de tudo
Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz Não.
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Com versos de Diogo Pacheco do Amorim (conheces os filhos, certamente) e música do Zé Campos e Sousa.
Mas acima de tudo
Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz Não.
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O GRANDE SISTEMA CENTRALEX
Em 2009, com os socretinos no poder:
- Operadora de call-center: Pizza Hot, boa noite!
- Cliente: Boa noite, quero encomendar Pizzas...
- Operadora: Pode-me dar o seu NIN?
- Cliente: Sim, o meu Número de Identificação Nacional é o 6102 1993 8456 5463 2107.
- Operadora: Obrigada, Sr. Lacerda. O seu endereço é na Avenida Paes de Barros, 19, Apartamento 11, e o número do seu telefone é o 21 549 42 36, certo? O telefone do seu escritório na Lincoln Seguros, é o 21 574 52 30 e o seu telemóvel é o 96 266 25 66, correcto?
- Cliente: Como é que conseguiu todas essas informações?
- Operadora: Porque como PME apoiante das iniciativas socratex estamos ligados em rede ao Grande Sistema Centralex.
- Cliente: Ah, sim, é verdade! Quero encomendar duas Pizzas: uma Quatro Queijos e outra Calabresa...
- Operadora: Talvez não seja boa ideia...
- Cliente: O quê...?
- Operadora: Consta na sua ficha médica que o senhor sofre de hipertensão e tem a taxa de colesterol muito alta. Além disso, o seu seguro de vida proíbe categoricamente escolhas perigosas para a saúde.
- Cliente: Claro! Tem razão! O que é que sugere?
- Operadora: Por que é que não experimenta a nossa Pizza Superlight, com Tofu e Rabanetes? O senhor vai adorar!
- Cliente: Como é que sabe que vou adorar?
- Operadora: O senhor consultou a página "Receitas Gulosas com Soja" da Biblioteca Municipal, no dia 15 de Janeiro, às 14:27 e permaneceu ligado à rede durante 39 minutos. Daí a minha sugestão...
- Cliente: Okay, está bem! Mande-me então duas Pizzas tamanho familiar!
- Operadora: É a escolha certa para o senhor, a sua esposa e os vossos quatro filhos, pode ter a certeza.
- Cliente: Quanto é?
- Operadora: São 49,99 €.
- Cliente: Quer o número do meu Cartão de Crédito?
- Operadora: Lamento, mas o senhor vai ter que pagar em dinheiro. O limite do seu Cartão de Crédito foi ultrapassado.
- Cliente: Tudo bem. Posso ir ao Multibanco levantar dinheiro antes que chegue a Pizza.
- Operadora: Duvido que consiga. A sua Conta de Depósito à Ordem está com o saldo negativo.
- Cliente: Meta-se na sua vida! Mande-me as Pizzas que eu arranjo o dinheiro. Quando é que entregam?
- Operadora: Estamos um pouco atrasados. Serão entregues em 45 minutos. Se estiver com muita pressa pode vir buscá-las, se bem que transportar duas Pizzas na moto, não é lá muito aconselhável. Além de ser perigoso...
- Cliente: Mas que história é essa? Como é que sabe que eu vou de moto?
- Operadora: Peço desculpa, mas reparei aqui que não pagou as últimas prestações do carro e ele foi penhorado. Mas a sua moto está paga e então, pensei que fosse utilizá-la.
- Cliente: Porra.......!!!!!!!!!
- Operadora: Gostaria de pedir-lhe para não ser mal educado. Não se esqueça de que já foi condenado em Julho de 2006 por desacato em público a um Agente Regional.
- Cliente: (Silêncio).
- Operadora: Mais alguma coisa?
- Cliente: Não. É só isso... Não. Espere... Não se esqueça dos 2 litros de Coca-Cola que constam na promoção.
- Operadora: O regulamento da nossa promoção, conforme citado no artigo 095423/12, proibe a venda de bebidas com açúcar a pessoas diabéticas...
- Cliente: Aaaaaaaahhhhhhhh!!!!!!!!!!! Vou atirar-me pela janela!!!!!
- Operadora: Ah sim? E torcer um pé? O senhor mora no rés-do-chão...!
- Operadora de call-center: Pizza Hot, boa noite!
- Cliente: Boa noite, quero encomendar Pizzas...
- Operadora: Pode-me dar o seu NIN?
- Cliente: Sim, o meu Número de Identificação Nacional é o 6102 1993 8456 5463 2107.
- Operadora: Obrigada, Sr. Lacerda. O seu endereço é na Avenida Paes de Barros, 19, Apartamento 11, e o número do seu telefone é o 21 549 42 36, certo? O telefone do seu escritório na Lincoln Seguros, é o 21 574 52 30 e o seu telemóvel é o 96 266 25 66, correcto?
- Cliente: Como é que conseguiu todas essas informações?
- Operadora: Porque como PME apoiante das iniciativas socratex estamos ligados em rede ao Grande Sistema Centralex.
- Cliente: Ah, sim, é verdade! Quero encomendar duas Pizzas: uma Quatro Queijos e outra Calabresa...
- Operadora: Talvez não seja boa ideia...
- Cliente: O quê...?
- Operadora: Consta na sua ficha médica que o senhor sofre de hipertensão e tem a taxa de colesterol muito alta. Além disso, o seu seguro de vida proíbe categoricamente escolhas perigosas para a saúde.
- Cliente: Claro! Tem razão! O que é que sugere?
- Operadora: Por que é que não experimenta a nossa Pizza Superlight, com Tofu e Rabanetes? O senhor vai adorar!
- Cliente: Como é que sabe que vou adorar?
- Operadora: O senhor consultou a página "Receitas Gulosas com Soja" da Biblioteca Municipal, no dia 15 de Janeiro, às 14:27 e permaneceu ligado à rede durante 39 minutos. Daí a minha sugestão...
- Cliente: Okay, está bem! Mande-me então duas Pizzas tamanho familiar!
- Operadora: É a escolha certa para o senhor, a sua esposa e os vossos quatro filhos, pode ter a certeza.
- Cliente: Quanto é?
- Operadora: São 49,99 €.
- Cliente: Quer o número do meu Cartão de Crédito?
- Operadora: Lamento, mas o senhor vai ter que pagar em dinheiro. O limite do seu Cartão de Crédito foi ultrapassado.
- Cliente: Tudo bem. Posso ir ao Multibanco levantar dinheiro antes que chegue a Pizza.
- Operadora: Duvido que consiga. A sua Conta de Depósito à Ordem está com o saldo negativo.
- Cliente: Meta-se na sua vida! Mande-me as Pizzas que eu arranjo o dinheiro. Quando é que entregam?
- Operadora: Estamos um pouco atrasados. Serão entregues em 45 minutos. Se estiver com muita pressa pode vir buscá-las, se bem que transportar duas Pizzas na moto, não é lá muito aconselhável. Além de ser perigoso...
- Cliente: Mas que história é essa? Como é que sabe que eu vou de moto?
- Operadora: Peço desculpa, mas reparei aqui que não pagou as últimas prestações do carro e ele foi penhorado. Mas a sua moto está paga e então, pensei que fosse utilizá-la.
- Cliente: Porra.......!!!!!!!!!
- Operadora: Gostaria de pedir-lhe para não ser mal educado. Não se esqueça de que já foi condenado em Julho de 2006 por desacato em público a um Agente Regional.
- Cliente: (Silêncio).
- Operadora: Mais alguma coisa?
- Cliente: Não. É só isso... Não. Espere... Não se esqueça dos 2 litros de Coca-Cola que constam na promoção.
- Operadora: O regulamento da nossa promoção, conforme citado no artigo 095423/12, proibe a venda de bebidas com açúcar a pessoas diabéticas...
- Cliente: Aaaaaaaahhhhhhhh!!!!!!!!!!! Vou atirar-me pela janela!!!!!
- Operadora: Ah sim? E torcer um pé? O senhor mora no rés-do-chão...!
Cardeal Patriarca detido pela ASAE.
É a notícia do dia. A ASAE decidiu comparecer numa missa na Sé de Lisboa para inspeccionar as condições de higiene dos recipientes onde é guardado o vinho e as hóstias usadas na Eucaristia. Depois de sugerir ao Cardeal que se assegurasse de que as hóstias têm um autocolante a informar a composição e se contêm transgénicos e de que o vinho deveria ser guardado em garrafas devidamente seladas, os inspectores da ASAE acabaram por deter o Patriarca já depois da missa, depois de terem reparado que D. José Policarpo não procedia à higienização do seu anel após cada beijo de um crente.
A ASAE decidiu encerrar a Sé até que a diocese de Lisboa apresente provas de que as hóstias e o vinho estão conformes com as regras comunitárias de higiene e de embalagem. Pretendem igualmente que, sempre que Cardeal dê o anel a beijar aos crentes proceda à sua limpeza usando lenços de papel devidamente certificados, exigindo-lhe o recurso a lenços descartáveis, semelhantes aos usados nos aviões ou nas marisqueiras, desde que o sabor a limão seja conseguido com ingredientes naturais.
Fonte próxima do Capítulo da Sé informou-nos que a ASAE inspeccionou ainda a sacristia para se assegurar de que D. José, um fumador incorrigível, não andou por ali a fumar um cigarro, já que, sendo espaços públicos fechados, no âmbito da legislação anti-tabágica, as igrejas não beneficiam dos favores dos casinos pois, tanto quanto se sabe, o inspector-geral da ASAE nunca lá foi apanhado a fumar uma cigarrilha.
A ASAE pondera também a hipótese de obrigar a que a Comunhão tenha que ser dada com luvas higiénicas para evitar possíveis pandemias. Para o efeito, o inspector-geral criou já uma comissão de que farão parte, ao que se sabe, António Reis, Marinho Pinto e o padre Vítor Melícias.
A ASAE decidiu encerrar a Sé até que a diocese de Lisboa apresente provas de que as hóstias e o vinho estão conformes com as regras comunitárias de higiene e de embalagem. Pretendem igualmente que, sempre que Cardeal dê o anel a beijar aos crentes proceda à sua limpeza usando lenços de papel devidamente certificados, exigindo-lhe o recurso a lenços descartáveis, semelhantes aos usados nos aviões ou nas marisqueiras, desde que o sabor a limão seja conseguido com ingredientes naturais.
Fonte próxima do Capítulo da Sé informou-nos que a ASAE inspeccionou ainda a sacristia para se assegurar de que D. José, um fumador incorrigível, não andou por ali a fumar um cigarro, já que, sendo espaços públicos fechados, no âmbito da legislação anti-tabágica, as igrejas não beneficiam dos favores dos casinos pois, tanto quanto se sabe, o inspector-geral da ASAE nunca lá foi apanhado a fumar uma cigarrilha.
A ASAE pondera também a hipótese de obrigar a que a Comunhão tenha que ser dada com luvas higiénicas para evitar possíveis pandemias. Para o efeito, o inspector-geral criou já uma comissão de que farão parte, ao que se sabe, António Reis, Marinho Pinto e o padre Vítor Melícias.
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
O esbulho da História na UTAD.
Li no Público de hoje, na pg 13:
O pólo de Chaves da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) premeia hoje 22 alunos autores dos melhores trabalhos elaborados no âmbito do projecto denominado "As memórias sociais da repressão no pós-guerra civil espanhola na raia luso-galega".
Este projecto, que contou também com o apoio da Junta da Galiza, consistiu na elaboração de histórias de vida, realizadas por alunos deste pólo universitário sob a coordenação de Xerardo Pereiro, antropólogo e professor, no âmbito de um programa de investigação centrado no problema da repressão e da vivência na raia luso-galega, durante a época da guerra e do pós-guerra civil espanhola (1936-1975). "Dado que a raia luso-galega é muito vasta, a investigação delimitou territorialmente a "raia seca", mais concretamente a fronteira de Trás-os-Montes com a Galiza", explicou este investigador. Para Xerardo Pereiro, a justificação de tal escolha "residiu na urgência de reconstruir memórias sociais orais de pessoas idosas que viveram aqueles tempos, mas também na necessidade de dar voz a pessoas e memórias silenciadas pelas ditaduras ibéricas". "Interessava descobrir como foram aqueles tempos do ponto de vista dos seus protagonistas e não dos livros de História", defendeu.
Este investigador considera que "existe uma lacuna, em relação ao arquivo e estudo das memórias das populações raianas do período do pós-guerra civil". Foram assim construídos cerca de 90 relatos de vida, contados de viva voz pelos seus próprios protagonistas, gravados audiovisualmente na maior parte dos casos e transcritos pelos investigadores.
"Interessava descobrir como foram aqueles tempos do ponto de vista dos seus protagonistas e não dos livros de História", defendeu Xerardo Pereiro.

Ganda historiador, homem sério e honesto académico como se in-tuy...
Esqueçamos então a História de Portugal, seleccionemos 120 (são mais de 90!) comunistas e proclamemos a sua verdade sobre os últimos 80 anos, pá!
Que mácula para a UTAD! Como é possível alinhar com (e premiar, pasme-se!) este tipo de flibusteirismo histórico?
Haja vergonha!
O pólo de Chaves da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) premeia hoje 22 alunos autores dos melhores trabalhos elaborados no âmbito do projecto denominado "As memórias sociais da repressão no pós-guerra civil espanhola na raia luso-galega".
Este projecto, que contou também com o apoio da Junta da Galiza, consistiu na elaboração de histórias de vida, realizadas por alunos deste pólo universitário sob a coordenação de Xerardo Pereiro, antropólogo e professor, no âmbito de um programa de investigação centrado no problema da repressão e da vivência na raia luso-galega, durante a época da guerra e do pós-guerra civil espanhola (1936-1975). "Dado que a raia luso-galega é muito vasta, a investigação delimitou territorialmente a "raia seca", mais concretamente a fronteira de Trás-os-Montes com a Galiza", explicou este investigador. Para Xerardo Pereiro, a justificação de tal escolha "residiu na urgência de reconstruir memórias sociais orais de pessoas idosas que viveram aqueles tempos, mas também na necessidade de dar voz a pessoas e memórias silenciadas pelas ditaduras ibéricas". "Interessava descobrir como foram aqueles tempos do ponto de vista dos seus protagonistas e não dos livros de História", defendeu.
Este investigador considera que "existe uma lacuna, em relação ao arquivo e estudo das memórias das populações raianas do período do pós-guerra civil". Foram assim construídos cerca de 90 relatos de vida, contados de viva voz pelos seus próprios protagonistas, gravados audiovisualmente na maior parte dos casos e transcritos pelos investigadores.
"Interessava descobrir como foram aqueles tempos do ponto de vista dos seus protagonistas e não dos livros de História", defendeu Xerardo Pereiro.

Ganda historiador, homem sério e honesto académico como se in-tuy...
Esqueçamos então a História de Portugal, seleccionemos 120 (são mais de 90!) comunistas e proclamemos a sua verdade sobre os últimos 80 anos, pá!
Que mácula para a UTAD! Como é possível alinhar com (e premiar, pasme-se!) este tipo de flibusteirismo histórico?
Haja vergonha!
domingo, fevereiro 10, 2008
El corrido del Padre Toríbio Romo
Publiquei há já algum tempo uma peça sonora histórica das Rebeliões populares mexicanas contra as perseguições anti-clericais da burguesia maçónica que controlava o país. Intitulava-se a canção (um corrido) El Martes me fusilan...
Quando pesquisei na net, na altura, pouco ou nada havia sobre o tema. Hoje, felizmente, talvez motivados pela acção de João Paulo II e de Bento XVI, em retirar dos poeirentos sótãos, os testemunhos olvidados por uma hierarquia complacente e rolha,dos mártires vítimas da perseguição religiosa no séc. xx e XIX, já aparecem alguns jovens apostados em não permitir que a História e a Verdade nos seja roubada. Assim, corsário da net, trago hoje mais dois documentos do mesmo estilo: O corrido do Padre Toríbio Romo, outro mártir mexicano e o Corrido de Martín Díaz.
Quando pesquisei na net, na altura, pouco ou nada havia sobre o tema. Hoje, felizmente, talvez motivados pela acção de João Paulo II e de Bento XVI, em retirar dos poeirentos sótãos, os testemunhos olvidados por uma hierarquia complacente e rolha,dos mártires vítimas da perseguição religiosa no séc. xx e XIX, já aparecem alguns jovens apostados em não permitir que a História e a Verdade nos seja roubada. Assim, corsário da net, trago hoje mais dois documentos do mesmo estilo: O corrido do Padre Toríbio Romo, outro mártir mexicano e o Corrido de Martín Díaz.
O ódio à Fé: as guerras Cristeras
Até os mais esclarecidos católicos esquecem por vezes a odienta perseguição que têm sofrido às mãos da família que nos governa.
Ver também em www.alamedadigital.com.pt o nº 2 de Outubro de 2006
Ver também em www.alamedadigital.com.pt o nº 2 de Outubro de 2006
terça-feira, fevereiro 05, 2008
segunda-feira, fevereiro 04, 2008
O Credo de Olavo Bilac
O Credo
Crê no Dever e na Virtude!
É um combate insano e rude
A vida, em que tu vais entrar.
Mas, sendo bom, com esse escudo,
Serás feliz, vencerás tudo:
Quem nasce, vem para lutar.
E crê na Pátria!
Inda que a vejas,
Preza de idéias malfazejas,
Em qualquer época, infeliz,
— Não a abandones! porque a Glória
Inda hás de ver numa vitória
Mudar cada uma cicatriz.
E crê no bem! inda que, um dia,
No desespero e na agonia,
Mais desgraçado que ninguém,
Te vejas pobre e injuriado,
De toda a gente desprezado,
— Perdoa o mal! E crê no Bem!
E crê no Amor! Se pode a guerra
Cobrir de sangue toda a terra,
Levando a tudo a assolação,
— Mais pode, límpida e sublime,
Caindo sobre um grande crime
Uma palavra de perdão!
Olavo Bilac in Poesias Infantis
Crê no Dever e na Virtude!
É um combate insano e rude
A vida, em que tu vais entrar.
Mas, sendo bom, com esse escudo,
Serás feliz, vencerás tudo:
Quem nasce, vem para lutar.
E crê na Pátria!
Inda que a vejas,
Preza de idéias malfazejas,
Em qualquer época, infeliz,
— Não a abandones! porque a Glória
Inda hás de ver numa vitória
Mudar cada uma cicatriz.
E crê no bem! inda que, um dia,
No desespero e na agonia,
Mais desgraçado que ninguém,
Te vejas pobre e injuriado,
De toda a gente desprezado,
— Perdoa o mal! E crê no Bem!
E crê no Amor! Se pode a guerra
Cobrir de sangue toda a terra,
Levando a tudo a assolação,
— Mais pode, límpida e sublime,
Caindo sobre um grande crime
Uma palavra de perdão!
Olavo Bilac in Poesias Infantis
quarta-feira, janeiro 30, 2008
quarta-feira, janeiro 16, 2008
notícias da kASAE
Do site da mais recente força anti-terrorista retiramos este primor de bom-senso e bem-servir(os galegos que continuam a contribuir para alimentar o vampiresco estado socialista):
Nas últimas semanas têm proliferado nos meios de comunicação social diversos artigos de opinião que visam denegrir e até ridicularizar a actividade da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE)
Notícias em destaque:
2008-01-04
A EFSA adoptou um parecer científico relativo a aspectos do bem-estar animal relativo a diferentes métodos de abate e esfola de focas. O Painel da Saúde e Bem-Estar Animal da EFSA (AHAW) emitiu um parecer científico sobre o abate e esfola das focas. Os peritos independentes ...
Para que é que são precisos os artigos de opinião para ridicularizar a ASAE?
Eles próprios se encarregam disso no seu aventêsmico afã de mostrar um zeloso bom comportamento, digamos, europeu.
Abate de focas? Em Portugal? Nos Farilhões? Ou na colónia das Desertas? E o pretoguês usado nas traduções?
Nas últimas semanas têm proliferado nos meios de comunicação social diversos artigos de opinião que visam denegrir e até ridicularizar a actividade da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE)
Notícias em destaque:
2008-01-04
A EFSA adoptou um parecer científico relativo a aspectos do bem-estar animal relativo a diferentes métodos de abate e esfola de focas. O Painel da Saúde e Bem-Estar Animal da EFSA (AHAW) emitiu um parecer científico sobre o abate e esfola das focas. Os peritos independentes ...
Para que é que são precisos os artigos de opinião para ridicularizar a ASAE?
Eles próprios se encarregam disso no seu aventêsmico afã de mostrar um zeloso bom comportamento, digamos, europeu.
Abate de focas? Em Portugal? Nos Farilhões? Ou na colónia das Desertas? E o pretoguês usado nas traduções?
sábado, dezembro 29, 2007
The Hill-Billy comes to town...
quarta-feira, dezembro 12, 2007
It seems so familiar....
Our Tax System
Suppose that every day, ten men go out for beer and the bill for all ten comes to $100. If they paid their bill the way we pay our taxes, it would go something like this:
The first four men (the poorest) would pay nothing.
The fifth would pay $1.
The sixth would pay $3.
The seventh would pay $7.
The eighth would pay $12.
The ninth would pay $18.
The tenth man (the richest) would pay $59.
So, that's what they decided to do.
The ten men drank in the bar every day and seemed quite happy with the arrangement, until on day, the owner threw them a curve. "Since you are all such good customers," he said, "I'm going to reduce the cost of your daily beer by $20." Drinks for the ten now cost just $80.
The group still wanted to pay their bill the way we pay our taxes so the first four men were unaffected. They would still drink for free. But what about the other six men - the paying customers? How could they divide the $20 windfall so that everyone would get his 'fair share'?
They realized that $20 divided by six is $3.33. But if they subtracted that from everybody's share, then the fifth man and the sixth man would each end up being paid to drink his beer.
So, the bar owner suggested that it would be fair to reduce each man's bill by roughly the same percent, and he proceeded to work out the amounts each should pay.
And so:
The fifth man, like the first four, now paid nothing (100% savings).
The sixth now paid $2 instead of $3 (33%savings).
The seventh now pay $5 instead of $7 (28%savings).
The eighth now paid $9 instead of $12 (25% savings).
The n inth now paid $14 instead of $18 (22% savings).
The tenth now paid $49 instead of $59 (16% savings).
Each of the six was better off than before. And the first four continued to drink for free. But once outside the restaurant, the men began to compare their savings.
"I only got a dollar out of the $20,"declared the sixth man. He pointed to the tenth man," but he got $10!"
"Yeah, that's right," exclaimed the fifth man. "I only saved a dollar, too. It's unfair that he got TEN times more than I!"
"That's true!!" shouted the seventh man. "Why should he get $10 back when I got only two? The wealthy get all the breaks!"
"Wait a minute," yelled the first four men in unison. "We didn't get anything at all. The system exploits the poor!"
The nine men surrounded the tenth and beat him up.
The next night the tenth man didn't show up for drinks, so the nine sat down and had beers without him. B ut when it came time to pay the bill, they discovered something important. They didn't have enough money between all of them for even half of the bill!
And that, boys and girls, journalists and college professors, is how our tax system works. The people who pay the highest taxes get the most benefit from a tax reduction. Tax them too much, attack them for being wealthy, and they just may not show up anymore. In fact, they might start drinking overseas where the atmosphere is somewhat friendlier.
David R. Kamerschen, Ph.D.
Professor of Economics
University of Georgia
For those who understand, no explanation is needed. For Democrats no explanation is possible.
Suppose that every day, ten men go out for beer and the bill for all ten comes to $100. If they paid their bill the way we pay our taxes, it would go something like this:
The first four men (the poorest) would pay nothing.
The fifth would pay $1.
The sixth would pay $3.
The seventh would pay $7.
The eighth would pay $12.
The ninth would pay $18.
The tenth man (the richest) would pay $59.
So, that's what they decided to do.
The ten men drank in the bar every day and seemed quite happy with the arrangement, until on day, the owner threw them a curve. "Since you are all such good customers," he said, "I'm going to reduce the cost of your daily beer by $20." Drinks for the ten now cost just $80.
The group still wanted to pay their bill the way we pay our taxes so the first four men were unaffected. They would still drink for free. But what about the other six men - the paying customers? How could they divide the $20 windfall so that everyone would get his 'fair share'?
They realized that $20 divided by six is $3.33. But if they subtracted that from everybody's share, then the fifth man and the sixth man would each end up being paid to drink his beer.
So, the bar owner suggested that it would be fair to reduce each man's bill by roughly the same percent, and he proceeded to work out the amounts each should pay.
And so:
The fifth man, like the first four, now paid nothing (100% savings).
The sixth now paid $2 instead of $3 (33%savings).
The seventh now pay $5 instead of $7 (28%savings).
The eighth now paid $9 instead of $12 (25% savings).
The n inth now paid $14 instead of $18 (22% savings).
The tenth now paid $49 instead of $59 (16% savings).
Each of the six was better off than before. And the first four continued to drink for free. But once outside the restaurant, the men began to compare their savings.
"I only got a dollar out of the $20,"declared the sixth man. He pointed to the tenth man," but he got $10!"
"Yeah, that's right," exclaimed the fifth man. "I only saved a dollar, too. It's unfair that he got TEN times more than I!"
"That's true!!" shouted the seventh man. "Why should he get $10 back when I got only two? The wealthy get all the breaks!"
"Wait a minute," yelled the first four men in unison. "We didn't get anything at all. The system exploits the poor!"
The nine men surrounded the tenth and beat him up.
The next night the tenth man didn't show up for drinks, so the nine sat down and had beers without him. B ut when it came time to pay the bill, they discovered something important. They didn't have enough money between all of them for even half of the bill!
And that, boys and girls, journalists and college professors, is how our tax system works. The people who pay the highest taxes get the most benefit from a tax reduction. Tax them too much, attack them for being wealthy, and they just may not show up anymore. In fact, they might start drinking overseas where the atmosphere is somewhat friendlier.
David R. Kamerschen, Ph.D.
Professor of Economics
University of Georgia
For those who understand, no explanation is needed. For Democrats no explanation is possible.
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