quinta-feira, maio 25, 2006

De que olho era o Camões zarolho?

O grande agricultor da língua portuguesa que dá pelo nome de José Vieira Mateus da Graça, com graça chamado Luandino Vieira, nascido ali para os lados de Ourém, resolveu mandar para o Gregório todo o distintíssimo júri que lhe outorgara pela sua reinvenção(?) da língua que herdámos, o Prémio Camões.
É muita bem feito, para toda essa canalha amalgamada de Teresas Gouveias, Carrilhos, Balsemões e quejandos que continuam a dominar a entretela da nossa Cultura oficial e que tanto porfiam em nobilitar quem tanto faz para apoucar e achincalhar Portugal. Complexos recalcados compensatórios? Modismos ? Ignorância arrogante ? Não sei nem me interessa. Mas enquanto for mais fácil a um qualquer comunista Tabuchi tornar-se cidadão português do que a um filho de um luso-guineense que combateu pela lógica e pelo ethos da portugalidade então é porque algo vai profundamente errado neste reino de Finisterra..

3 comentários:

O Corcunda disse...

E o resto são cantigas...

Ossinhos disse...

Pelos vistos o Luandino vive que nem fransciscano, pelo que não terá visto utilidade em uns (míseros) 100 mil euros... O que deixou, de certeza, o Ministério da Cultura num dilema sobre que destino dar ao dito prémio.

Renato Gangster Rapper disse...

Podiax m xupar a pixa